Dados Políticos

Dados Políticos

Prefeito Atual:   César Henrique da Cunha Fiala

01/01/2013 a 31/12/2016 – Juliana Rebolo Nagano dos Reis

27/07/2005 a 31/12/2012 – Jardel de Araújo

22/11/2003 a 26/07/2005 – Euclides Ferraz de Camargo

01/01/2000 a 21/11/2003 – Luiz Carlos Serrato

29/08/1998 a 31/12/2000 – Dino Miguel Nani Rinaldi

01/01/1997 a 28/08/1998 – José Carlos Ortega Jerônymo

01/01/1993 a 31/12/1996 – Luiz Carlos Serrato

01/01/1989 a 31/12/1992 – Dino Miguel Nani Rinaldi

01/02/1983 a 31/12/1988 – Luiz Carlos Serrato

01/02/1977 a 31/01/1983 – César Falavinha Neto

31/01/1973 a 31/01/1977 – Waldemar Pfeifer

16/01/1970 a 30/01/1973 – Lázaro Lopes Bueno

16/12/1969 a 15/01/1970 – Jordão Poloni Filho

01/02/1969 a 15/12/1969 – Lázaro Lopes Bueno

22/03/1966 a 31/01/1969 – Elias Aruth

18/02/1966 a 21/03/1966 – Pérsio Borges Leal

09/02/1965 a 17/02/1966 – Elias Aruth

09/01/1965 a 08/02/1965 – Pérsio Borges Leal

01/01/1964 a 08/01/1965 – Elias Aruth

01/01/1960 a 31/12/1963 – Sérgio Assumpção Toledo Piza

22/05/1959 a 31/12/1959 – Adalberto de Mello Rocha

10/03/1959 a 13/05/1959 – Wander José Pinto de Barros

19/07/1956 a 09/03/1959 – Anibal Hamman

21/05/1956 a 18/07/1956 – Wander José Pinto de Barros

01/01/1956 a 20/05/1956 – Anibal Hamman

01/01/1952 a 31/12/1955 – Nelson Carvalho Guerreiro

01/01/1948 a 31/12/1951 – Pedro da Rocha Braga

28/03/1947 a 31/12/1947 – Nelson Carvalho Guerreiro

25/03/1947 a 27/03/1947 – Hélius de Granville Ponce (Prefeito interino)

03/04/1946 a 24/03/1947 – Adelmar Manso Monteiro da Costa Reis

25/07/1941 a 02/04/1946 – Inácio Meirelles Bastos

19/07/1938 a 24/07/1941 – Pedro da Rocha Braga

09/07/1938 a 18/07/1938 – Hélius de Granville Ponce (Prefeito interino)

17/08/1936 a 08/07/1938 – Jorge Meirelles da Rocha

28/03/1935 a 16/08/1936 – José Villas Bôas de Andrade

21/08/1934 a 27/03/1935 – Mário Abreu de Lima

28/09/1933 a 20/08/1934 – Joaquim Gabriel de Oliveira Machado

02/04/1933 a 27/09/1933 – Inácio M. Bastos

06/10/1932 a 01/04/1933 – João Rosato

05/07/1932 a 05/10/1932 – Joaquim do Amaral Mello

17/04/1932 a 04/07/1932 – João Rosato

12/05/1931 a 16/04/1932 – Odetto Sandoval de Carvalho

1930 a 1931 – Joaquim do Amaral Mello

1929 a 1930 – Carlos Rogner

1928 a 1929 – Adelmar Manso Monteiro da Costa Reis

1926 a 1928 – Domingos Santos Abreu

1925 a 1926 – Manoel Nogueira de Sá

1924 a 1925 – Luiz Piza Sobrinho

1922 a 1924 – Júlio Alves Ferreira

1920 a 1922 – João de Souza Meirelles Netto

1918 a 1920 – José Eurico Santos Abreu

1917 a 1918 – Jaime de Toledo Piza e Almeida

Primeiro Prefeito – de 29 de março de 1915 até 1917 – Major Eloy de Almeida Cardia

 

História

Cidade Digital

Pirajuí (originalmente PIRAJUHY) deriva da língua tupi: PIRÁ = peixe – JU = corruptela de juba, amarelo vivo, dourado – HY = água corrente, rio, portanto, rio do peixe dourado, ou, por extensão, rio dos peixes dourados.

Foi em 1888, à margem do córrego ainda hoje conhecido com o nome de ‘’Água da Mangueira’’, que se fez a primeira derrubada para a localização do homem civilizado – nesta parte sertão da Zona Noroeste, então em pleno domínio dos índios coroados. Em 1889, João Justino da Silva, Coronel Joaquim de Toledo Piza e Almeida, Adão Bonifácio Dias, Leão Cerqueira, Inácio Vidal dos Santos Abreu, Luiz Wolf, Clementino Rodrigues da Silva, Salvador da Costa Sarico e outros… vencendo as dificuldades, atingiram terras deste Município, estabelecendo nas mesmas, as primeiras lavouras de café, sendo que em 1891, o Cel. Joaquim de Toledo Piza e Almeida, nos espigões dos rios Dourado e Feio plantava setenta mil pés de café; Adão Bonifácio da Silva abria a água da Congonha, formando uma lavoura de cerca de cinco mil cafezais; João Justino da Silva, à margem direita da água da Estiva, estabelecia uma lavoura cafeeira com aproximadamente quatro mil pés. Foram estas, as primeiras plantações de café de Pirajuí, que futuramente iriam ostentar o título de ‘’O MAIOR MUNICÍPIO CAFEEIRO DO MUNDO’’, confirmado pelos seus trinta e cinco milhões de cafezais. Em 1895, João Justino da Silva, José Gregório Vidal de Abreu, Manoel Francisco Ribeiro e outros, fizeram tombar as primeiras árvores para se apropriarem dos terrenos onde hoje se eleva, com suas magníficas residências e seus lindos jardins, a cidade de Pirajuí. Na indomável fúria de conquistar mais terras dos coroados e caingangues, Joaquim dos Santos, à frente de alguns homens, atingiu, em 1900, a ‘’Água da Corredeira’’, distante vinte e seis quilômetros de seu arraial e onde hoje, sede de Distrito de Paz da Corredeira. Dia-a-dia crescendo o número dos desbravadores, no núcleo de João Justino da Silva e seus companheiros nasceu a idéia de estabelecer ali, um patrimônio e, em 1902, fundava-se o povoado de São Sebastião do Pouso Alegre – a antiga denominação de Pirajuí.

Decorridos dois anos após a fundação do povoado, por João Justino da Silva, foi construída e reconhecida pela autoridade diocesana, a capela de São Sebastião, onde, em 25 de novembro de 1904, foi celebrada a primeira Missa pelo padre Francisco Elias Vártolo. Com o início da construção da Estrada de Ferro da Noroeste do Brasil, o patrimônio de Pouso Alegre tomava mais impulso. Em 1907, com o crescimento do povoado Pouso Alegre, o Cel. Joaquim de Toledo Piza, interessado no Congresso do Estado, juntamente com Dr. Plínio de Godoy, conseguiram na Lei Estadual nº 1.105 de 2 de dezembro desse mesmo ano, que o povoado fosse elevado a Distrito de Paz alterando o nome para PIRAJUHY, oriundo do Rio do Peixe Dourado, que serpeia bucolicamente nas proximidades da cidade. A instalação ocorreu apenas em 2 de abril do ano seguinte. Com uma lavoura cafeeira já considerável e o desenvolvimento vertiginoso da sede do Distrito de Paz de Pirajuí, a maioria de seus habitantes, em reunião pública realizada no dia 10 de maio de 1914 deliberou nomear uma comissão para pleitear a criação do Município. Essa comissão, conforme ata lavrada e assinada pelos presentes, ficou constituída dos senhores: Dr. Cândido Junqueira de Andrade, Domingos dos Santos Abreu, Cap. João Antônio Loureiro, José Carlos de Oliveira Garcez, Major Manoel Nogueira de Sá, João de Souza Meireles Neto, Eliseu de Almeida Cárdia e Eloy de Almeida Cárdia. Essa comissão entregou a causa aos coronéis Joaquim de Toledo Piza e Antônio Carlos Ferraz Salles, que, prosseguindo nas demarches , se desincumbiram a contento da missão que lhes fora confiada. Na Câmara, o projeto foi defendido pelos Senhores Deputados Plínio de Godoy, João Sampaio e Gabriel Rocha. No Senado, por Virgílio Rodrigues Alves, Pádua Sales e Rubião Júnior. Em 3 de dezembro de 1914, pela Lei Estadual nº 1.408 era criado o Município de Pirajuí, com território desmembrado de Bauru, e, concedido à Sede Municipal foro de cidade. O município foi solenemente instalado a 29 de março do ano seguinte.

Cinco anos após a criação do Município, Pirajuí via aparecer na câmara Estadual, justificada pelo Deputado Luiz de Toledo Piza Sobrinho, um projeto de Lei criando a Comarca de Pirajuí. Projeto esse, que se transformou na Lei n 1.630 de 19 de dezembro de 1919. Em 11 de março de 1920 instalava-se a Comarca de Pirajuí. De acordo com a Lei nº 2.456 de 30 de dezembro de 1953 posta em execução em 1º de janeiro de 1954 estabelecia-se a Divisão Territorial do Estado São Paulo, para o qüinqüênio 1954 – 1958, o Município conta com Distritos de Paz de Pirajuí, Corredeira, Pradínia e Santo Antônio da Estiva.

Fonte: Conheça Pirajuhy (Luís Gustavo Martins de Barros).

Símbolos

brasao-e-bandeira



Localização

O município situa-se na zona fisiográfica de Bauru. A Sede Municipal dista 365 km em linha da capital do estado de São Paulo. As coordenadas geográficas são: 22º de latitude sul e 49º de longitude oeste.

Ver mapa maior

Demografia

Pirajuí – São Paulo

Gentílicos: Pirajuiense

O desbravamento do espigão entre os rios Dourado e Feio iniciou-se em 1888 e já no ano seguinte vários colonizadores, como João Justino da Silva, Cel. Joaquim de Toledo Piza e Almeida, Adão Bonifácio Dias, Leão Cerqueira, Inácio Vidal dos Santos Abreu, Luiz Wolf, Clementino Rodrigues da Silva, Salvador da Costa Sarico e outros,conquistaram então habitada por Índios Couvades. As terras para o cultivo do café. Em poucos anos esse tipo de economia agrícola tomava toda a região. Em 1902, João Justino da Silva e outros resolveram fundar um patrimônio, ao qual deram o nome de São Sebastião do Pouso Alegre, e em 1904 já foi rezada a primeira missa na capela erigida em louvor a São Sebastião. Com a extensão dos trilhos da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, o povoado ganhou impulso e foi elevado a categoria de distrito de paz em dezembro de 1907, alterando-se-lhe o nome para Pirajuhi (do tupi, segundo Theodoro Sampaio, “pirá-yuba­y”, rio do peixe amarelo ou dourado), mais tarde, Pirajuí. A lavoura cafeeira teve tal progresso, que chegou a contar 35 milhões de pés, recebendo o cognome de “o maior município cafeeiro do mundo “.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Pirajuí (ex-Pirajuhy), por Lei Estadual no 1105, de 02 de dezembro de 1907, no Município de Bauru. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no Município de Bauru. Elevado à categoria de município com a denominação de Pirajuí, por Lei Estadual no 1428, de 03 de dezembro de 1914, desmembra de Bauru. Constituído de Distrito Sede. Sua instalação verificou-se em 29 de março de 1915. Nos quadros de apuração do Recenseamento Geral de I-IX-1920, o Município de Pirajuí se compõe de 2 Distritos: Pirajuí e Cafelândia. Lei no 2113, de 30 de dezembro de 1925, desmembra do Município de Pirajuí o Distrito de Cafelândia. Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município se compõe de 4 Distritos: Pirajuí, Corredeira, Guarantã e Pongaí. Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o Município de Pirajuí compreende o único termo judiciário da comarca de Pirajuí e se divide em 7 Distritos: Pirajuí, Batalha, Corredeira, Guarantã, Pongaí, Santo Antônio do Uru e Balbinos. Em divisão territorial de 31-XII-1937, o Município de Pirajuí permanece como único têrmo judiciário da comarca de Pirajuí e figura com 7 Distritos: os mesmos citados em 1936 e mais o de Reginópolis (Ex-Batalha). No quadro ao Decreto-lei Estadual no 9073, de 31 de março de 1938, o Município de Pirajuí é o único têrmo judiciário da comarca de Pirajuí e se compõe dos seguintes Distritos: Pirajuí, Balbinos, Corredeira, Guarantã, Pongaí, Reginópolis e Santo Antônio do Uru. No quadro fixado pelo Decreto-lei Estadual no 9775, de 30 de novembro de 1938, para 1939-1943, o Município de Pirajuí é composto de 7 Distritos: Pirajuí, Balbinos, Reginópolis, Corredeira, Guarantã, Pongaí e Uru – e é têrmo único da comarca de Pirajuí, têrmo êste formado por 2 Municípios: Pirajuí e Presidente Alves. Decreto-Lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, cria o Distrito de Pradinia e incorpora ao Município de Pirajuí. O referido Decreto Estadual desmembra do Município de Pirajuí o Distrito de de Guarantã. Em virtude do Decreto-lei Estadual no 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro territorial para vigorar em 1945-1948, o Município de Pirajuí ficou composto de 7 Distritos: Pirajuí, Balbinos, Corredeira, Pongaí, Pradínia, Reginópolis e Uru. Constitui o único têrmo judiciário da comarca de Pirajuí, a qual é formada pelos Municípios de Pirajuí, Guarantã e Presidente Alves. Aparece no quadro fixado pela Lei no 233, de 24-XII-1948 para vigorar em 1949­1953, composto de 6 Distritos: Pirajuí, Balbinos, Corredeira, Pradínia, Santo Antônio da Estiva e Uru e no fixado pela Lei no 2456, de 30-XII-1953, para 1954-1958, de 4 Distritos: Pirajuí, Corredeira, Pradínia e Santo Antônio da Estiva, comarca de .Pirajuí menos os Distritos de Balbinos e Uru. Elevados à categoria de município pela mesma Lei. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-VII-1960, o município é constituído de 4 Distritos: Pirajuí, Corredeira, Pradinia e Santo Antonio da Estiva. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1999.

 

Descrições e Fontes

Descição Detalhada dos Campos:

Dados Básicos; População: Censo 2010; Área: Área da unidade territorial (km²); Bioma: (IBGE); Data de Instalação: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE); Município de Origem: Legislação Municipal Municípos Vigente (IBGE); Localização da Sede; IBGE; Evolução Populacional; População Residente (pessoas): Censo Demográfico 1991 (IBGE); População Residente (pessoas): Contagem Populacional 1996 (IBGE); População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2000 (IBGE); População Residente (pessoas): Contagem Populacional 2007 (IBGE); População Residente (pessoas): Contagem Populacional 2010 (IBGE); Pirâmide Etária; População Residente (pessoas): Censo Demográfico 2010 (IBGE); Estatísticas do Registro Civil – 2011; Casamentos – registrados no ano – lugar do registro (casamentos); Separações judiciais – concedidas no ano – em 1ª instância – sem recursos – lugar da ação do processo (separações); Divórcios – concedidos no ano – em 1ª instância – sem recursos – lugar da ação do processo (divórcios).

  • Fonte: IBGE,Estatística do Registro Civil de 2011. Rio de Janeiro: IBGE, 2012. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Nos totais das Unidades da Federação e Brasil, não foram incluídas as informações das variáveis de Sem especificações, Ignorados e Estrangeiros.

Finanças Públicas – 2009; Receitas orçamentárias realizadas – Correntes (Reais); Despesas orçamentárias empenhadas – Correntes (Reais).

  • Fontes: Ministério da Fazenda, Secretaria do Tesouro Nacional, Registros Administrativos 2009. NOTA 1: Os totais de Brasil e Unidades da Federação são a soma dos valores dos municípios. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados. NOTA 3: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.

Produto Interno Bruto dos Municípios – 2010; Valor adicionado bruto da agropecuária a preços correntes (mil reais); Valor adicionado bruto da indústria a preços correntes (mil reais); Valor adicionado bruto dos serviços a preços correntes (mil reais).

  • Fonte: IBGE, em parceria com os Órgãos Estaduais de Estatística, Secretarias Estaduais de Governo e Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA.

Ensino – matrículas, docentes e rede escolar – 2009; Docentes – Ensino fundamental – 2009 (1) (Docentes); Docentes – Ensino médio – 2009 (1) (Docentes); Docentes – Ensino pré-escolar – 2009 (1) (Docentes); Escolas – Ensino fundamental – 2009 (1) (Escolas); Escolas – Ensino médio – 2009 (1) (Escolas); Escolas – Ensino pré-escolar – 2009 (1) (Escolas); Matrícula – Ensino fundamental – 2009 (1) (Matrículas); Matrícula – Ensino médio – 2009 (1) (Matrículas); Matrícula – Ensino pré-escolar – 2009 (1) (Matrículas).

  • Fonte: (1)Ministério da Educação, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP – Censo Educacional 2009. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável.

Serviços de Saúde – 2009; Estabelecimentos de Saúde público federal (estabelecimentos); Estabelecimentos de Saúde público estadual; (estabelecimentos); Estabelecimentos de Saúde público municipal (estabelecimentos); Estabelecimentos de Saúde privado total (estabelecimentos)

  • Fonte: IBGE, Assistência Médica Sanitária 2009. Rio de Janeiro: IBGE, 2010. NOTA: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável ou onde, por arredondamento, os totais não atigem a unidade de medida.

Frota – 2012; Automóvel – Tipo de Veículo (automóveis); Caminhão – Tipo de Veículo (caminhões); Caminhão trator – Tipo de Veículo (caminhões Trator); Caminhonete – Tipo de Veículo (caminhonetes); Camioneta – Tipo de Veículo (camionetas); Micro-ônibus – Tipo de Veículo (micro-ônibus)
Motocicleta – Tipo de Veículo (motocicletas); Motoneta – Tipo de Veículo (motonetas); Ônibus – Tipo de Veículo (ônibus).

  • Fonte: Ministério das Cidades, Departamento Nacional de Trânsito – DENATRAN – 2012. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados.

Morbidades Hospitalares – 2012; Homens (óbitos);  Mulheres (óbitos).

  • Fonte: Ministério da Saúde, Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde – DATASUS 2012. NOTA 1: Atribui-se zeros aos valores dos municípios onde não há ocorrência da variável. NOTA 2: Atribui-se a expressão dado não informado às variáveis onde os valores dos municípios não foram informados.